Em 1895 iniciou a era da sétima arte, os irmãos Auguste Marie Louis Nicholas Lumière e Louis Jean Lumière deram início ao “Cinematógrafo”, com isso gravaram pessoas no seu cotidiano como por exemplo trabalhadores saindo de suas firmas e trens. Neste período não existia “Filmes” propriamente ditos, pois as gravações não tinham começo, meio e fim. Em 1902 o diretor Georges Méliès exibiu o filme ‘Le voyage dans la Lune’ o primeiro a ter
uma história propriamente contada. Deu-se início a era de criações no cinema !

Era de inovações no cinema

Com a utilização do Cinematógrafo, invenções foram surgindo como por exemplo o Stop motion, Cortes de cenas, montagem espontânea, movimento de câmera e assim por diante. A necessidade de criar uma subjetividade do real fez-se necessário, também a criação de planos, cenas e adereços estereotipados. O conceito de objetividade e subjetividade não faz mais diferença, se é real ou não é, basta o receptor entender o que é contado e deixar sua mente agir por conta própria.

A ilusão do Cinema

Nos tempos de hoje o cinema domina a arte da ‘ilusão’, um pequeno boneco de dinossauro pode se tornar um tiranossauro de 20 metros de altura, uma sala pequena pode parecer um campo de batalha e o fundo verde do Estúdio pode virar um espaço imensamente grotesco. Até mesmo na era do cinema mudo (1895-1927) e nos primórdios do cinema falado continham essa brilhante arte de se fazer ‘cinema’, os músicos ao vivo tocando na exibição do Cinematógrafo, as pinturas nas películas para que as cenas tivessem cores, o corte de
películas para que pudessem criar cenas de diferentes filmes e assim por diante.

Tudo se cria !

Apresentar uma história nos cinemas pode parecer uma missão importantíssima, imaginemos a seguinte situação: o mocinho salta de paraquedas a 20 mil pés, o telespectador é um adolescente tetraplégico, que sonha em pular de paraquedas, ao ver aquela cena ele sente aquela emoção e a vontade de fazer o mesmo. Sabemos que no cinema tudo se cria,tudo é ilusão, porém isso pouco importa, pois ele tem a incrível capacidade de ser a arte mais “influenciadora” que existe.