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O filme do diretor Mexicano Paco Arango, chegou aos cinemas brasileiros no último dia 27 de setembro, “O que de verdade importa”, é uma coprodução da Espanha, Estados Unidos e Canadá. E conta a história do engenheiro Alec (Oliver Jackson-Cohen), envolvido em falcatruas e dívidas em Londres, conhece o seu tio (Jonathan Pryce), que irá pagar todas as suas dívidas, caso ele aceite morar 1 ano no Canadá, cidadezinha onde o personagem irá conhecer sua habilidade de curar.

100% de arrecadação do filme, será destinado para instituições que ajudam o tratamento de câncer em crianças. Aqui no Brasil, a renda das bilheterias irá para as instituições TUCCA (Associação para Crianças e Adolescentes com Câncer) em São Paulo; Instituto Desiderata, no Rio de Janeiro; GACC (Grupo de Apoio à Criança com Câncer) na Bahia; NACC (Núcleo de Apoio à criança com Câncer) em Recife; HPP (Hospital Pequeno Príncipe) em Curitiba; Hospital da Criança Santo Antônio em Porto Alegre; e HCAA (Hospital de Câncer de Campo Grande Alfredo Abrão) em Campo Grande.

De vez em quando, em algum momento do cinema, cineastas como Paco Arango tomam para si a responsabilidade de fazer dos filmes, um cinema de “serviço”, que presta ajuda para a minoria. Desta forma, cria-se um “cinema mais maduro”, que o intuito não é apenas o poder aquisitivo ou as influencias nas industrias cinematográficas.  O que de verdade importa é um drama para a “família”, rir, chorar e se emocionar.           O filme também é dedicado ao ator Paul Newman (que já ajudou milhares de crianças no mundo inteiro).

Paco Arango, quis fazer um filme que transmitisse o ato de “curar a humanidade”, seja com amor ou com dons espirituais. Mesmo que o filme seja um “melo drama”, também tem momentos de risos e piadas, que foge do envolvimento religioso, sendo assim, um longa-metragem que atrai, não somente pessoas religiosas, mas também outros públicos.