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Criador dos principais movimentos da vanguarda; ‘FILM DE ART’, impressionismo, realismo poético e a nouvelle vague o cinema francês sempre tem algo a dizer, sempre nos deixa ‘ESTAGNADOS’ com sua ARTE espontânea e expressiva! Estreou nesta quinta-feira (7) mais uma obra do novo cinema francês (de coprodução EUA) –‘No portal da eternidade’. Dirigido por Julian Schnabel e estrelado por Willem Dafoe (Que foi indicado ao Oscar 2019 na categoria de ‘melhor ator’).

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‘No portal da eternidade’ é uma biografia dos últimos anos de vida do pintor Vincent Van Gogh, que conta sobre de sua estadia na França passando por sua depressão, alucinações, desrespeitos, críticas e autoconhecimento, até seu suicídio em 1890. Enfim, a trama é o verdadeiro ‘EXTREMISMO FRANCÊS’ sendo explorado ao máximo!

O filme apresenta uma ‘estética’ memorável! Se passa em um período histórico de 1880-1890 e simplesmente nos fazem mergulhar fundo na arte e vida do pintor Van Gogh. Durante duas horas eu pude me emocionar, ficar com raiva, torcer e principalmente sentir DÓ, a Figura de Van Gogh é sinônimo de ‘depredação da arte moderna’, injustiçado pelas suas obras e principalmente jogado às traças. Ou seja…. Quem matou VAN GOGH? Ele mesmo? Ou as pessoas? Essas questões são questionas pela PREMISSA deste filme, que foca de forma extremista a falta de reconhecimento das pessoas naquela época.

Enfim, também temos que dar a devida atenção ao ator SOLISTA Willem Dafoe (Duende verde) que nem sempre é reconhecido por HOLLYWOOD. Aliás, é um ator sempre na ATIVA que possui mais de 80 participações em filmes.  O rapaz é experiente e bem audacioso, interpreta Van Gogh de forma bem emocionante. ‘No portal da eternidade’ também traz uma SCORE bem interessante, retrata uma trilha sonora bem complexa que acompanha as fases do pintor, ou seja; o amor a pintura, a amargura e a depressão, a trilha sonora é mudada de acordo com os sentimentos.

Portanto, ‘No portal da eternidade’ é um filme que nos leva as alturas, por 2 horas nos tira do planeta terra e nos leva direto para o passado, onde podemos ver a história de VAN GOGH através de uma sala de espectadores. Eu gosto de pensar o seguinte –A cada filme que assistimos é um novo livro lido!