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Na época Christopher Nolan voltava as suas origens, o diretor não dirigia um filme “original” (dele) desde Following (1998), Nolan também expressou seu talento em filmes como – Batman – O Cavaleiro Das Trevas (2010), O grande Truque (2006) e Batman Begins (2005) e assim por diante… “A Origem” (2010) conta a história Cobb (Leonardo DiCaprio) especialista em roubar segredos valiosos do inconsciente das pessoas durante o estado do sono. Contratado por Saito (Ken Watanabe) um empresário Japonês, para fazer um último serviço, a troco de sua liberdade. Cobb invade os sonhos de Richard Fischer (Cillian Murphy) a fim de descobrir um “cofre”, que guarda um segredo.

O filme é composto por um elenco “talentoso”, segundo Nolan o ator Leonardo DiCaprio era o único com a capacidade de interpretar um personagem como Cobb. Também temos a presença Ellen Page, Cillian Murphy e Michel Caine. O brilhantismo de DiCaprio é incontestável, seguido com a genialidade de dar “Vida” a um personagem – Inteligente, Controlável e auto de si.

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“A Origem” retrata a existência da vida, o que é real e o que não é, o que pode ser considerado um “dilema” entre o consciente e o subconsciente.  Lembramos da trilogia de “Matrix”, filme capaz de criar apologias, teorias e novos pensamentos, o filme em questão tem absolutamente a mesma ideia. A importância de sairmos um pouco da caixinha em que vivemos e descobrir novos “mundos”, este é o elemento mais especial deste longa-metragem. A capacidade da trama de criar um vínculo duradouro entre Telespectador e o filme torna-o; empolgante, atrativo e inteligente.

Sabemos que a trilha sonora de um filme é capaz de mudar o seu contexto, premissa e brilhantismo. “A origem” possui sua trilha sonora composta Hans Zimmer um dos melhores compositores da atualidade, na trilha “Inception Time” o diretor Christopher Nolan soube exprimir; superação, persistência, genialidade e sensações jamais sentidas pelo telespectador. A sensação genial em que podemos compartilhar nossas ideias através de um filme, é de excelentíssimo “agrado”, creio eu que Nolan obteve uma sensação de “vitória” ao realizar este longa-metragem.

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Enfim chegamos a parte técnica, vencedor do Oscar, em melhor fotografia, melhor mixagem de som, melhor edição de som e melhor efeitos especiais. Não temos muito o que dizer, a trama é seguida por belas cenas de ação, momentos de empolgação, imagens belíssimas e uma arte agradável. A única “contestação” a se fazer é a atuação da personagem Ariadne (Ellen Page), Nolan não investiu tanto em sua história e apontou como um elemento secundário, deixando um “fio” de seu roteiro frágil.

“A Origem” é um filme para assistir sozinho, em silêncio e se possível revê-lo 2 ou 3 vezes. Cada distração e cada ausência farão você perder todos os detalhes da trama, um filme feito de pequenos detalhes, que fazem uma história bem-feita!  Há filmes para curtir cada momento e há filmes que te fazem pensar em ir “além”, criar ideias, fazer acontecer e ser um influenciador. Este é “A Origem”.