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Estreou nesta quinta-feira (4) o 23° filme da Marvel, Homem-Aranha: Longe de casa. Dirigido por Jon Watts (Homem-Aranha: de volta ao lar)  e distribuído pela Sony pictures. Com certeza “Hollywood” mira em seu público alvo, os “Teens”. 

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Sinopse: Peter Parker (Tom Holland) está em uma viagem de duas semanas pela Europa, ao lado de seus amigos de colégio, quando é surpreendido pela visita de Nick Fury (Samuel L.Jackson) Convocado para mais uma missão heróica, ele precisa enfrentar vários vilões que surgem em cidades-símbolo do continente, como Londres, Paris e Veneza, e também a aparição do enigmático Mysterio (Jake Gyllenhaal).

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Nota-se claramente que a Marvel tenta atingir o seu público alvo, que são os “jovens”. A inclusão de uma possível personagem homossexual (Talvez a capitã) e a vida da “Puberdade” de Peter Parker + o seu romance juvenil dão a abertura para a Marvel ser ainda mais eclética. A quem diz que esse romance besteirol americano estragou a história, mas eu não acho tanto, até porque o filme repõe a credibilidade dos fãs com a “comédia” e o teor dinâmico com os outros personagens da Marvel…. Além de fazer uma homenagem…… Que não vou falar qual é.

Entretanto, Homem-Aranha: Longe de casa faz parte da mesma fórmula dos filmes da Marvel, (sempre o mesmo) aliás, este filme possui 2 cenas Pós-créditos. O formalismo + a super ficção tomam conta do público em geral, tarefa que deve toda honra e glória ao nosso eterno Stan Lee, criador mais “esperto” de personagens de super ficção.