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Estreou recentemente na Netflix o filme “Fratura“, dirigido por Brad Anderson (O operário) e protagonizado por Sam Worthington (Até o último homem). O suspense apresenta um PLOT twist que aborda os traumas da mente humana. 

Sinopse Netflix: Sua mulher e filha desaparecem de um pronto-socorro. Convencido de que o hospital está escondendo algo, ele parte numa busca desesperada para encontrá-las. 

Ray Monroe (Sam Worthington) é um recém alcoólatra traumatizado por um passado sombrio, que vive com sua mulher (Lily Rabe) e filha nos Estados Unidos. Como a história de um pai de família que ama sua filha pode se transformar em um pesadelo? Essa pergunta é o que abre a linha de discussões de “Fratura”

(Um pouquinho de SPOILER)

O plano inicial do longa mostra um cérebro em funcionamento, juntamente com um score pesado de suspense, ou seja, o que podemos esperar disto? É interessante como o PLOT TWIST desencadeia uma dúvida tremenda no espectador, em “Fratura” esse PLOT não é muito forte, pois no desenvolvimento do conflito notamos que este final pode ser uma hipótese plausível.  Mas é bacana se entreter com a confusão do personagem principal, sua neurose nos deixa instigante. 

Outra questão interessante é a visão atmosférica (primeiros minutos) do filme, que traz um “mistério” invisível aos nossos olhos, quem é realmente Ray Monroe? Um simples pai de família? Ou um sociopata?  Portanto, “Fratura” é mais um filme que trabalha a psiquê humana e os traumas da mente, aliás, adorei o título do filme, que acaba fazendo sentido na trama.